TEMA: Esparta
Nossa aula foi:
1ºA,quinta-feira,
12 de março de 2026 .
1ºB,quinta-feira,
12 de março de 2026 .
1ºC,quinta-feira,
12 de março de 2026 .
EIXO TEMÁTICO
HABILIDADE NA BNCC
(EM13CHS103) Elaborar hipóteses, selecionar evidências e compor argumentos relativos a processos políticos, econômicos, sociais, ambientais, culturais e epistemológicos, com base na sistematização de dados e informações de diversas naturezas (expressões artísticas, textos filosóficos e sociológicos, documentos históricos e geográficos, gráficos, mapas, tabelas, tradições orais, entre outros).
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM DO DC-GOEM
(GO-EMCHS103A) Identificar o objeto e os objetivos das Ciências Humanas e Sociais Aplicadas elaborando hipóteses sobre os processos sociais, políticos, econômicos, espaciais, ambientais e culturais para distinguir suas aproximações e diferenças frente a outras ciências.
Compreender o conceito de História e historiografia, tempo histórico e suas periodizações, Patrimônio Histórico e Cultural.
CONTEÚDO
Métodos nas Ciências Humanas e Sociais Aplicadas
METODOLOGIA:
Os objetivos da aula são:
Compreender que existem diferentes formas de organização social e política (ex.: Esparta tinha dois reis, educação militar e divisão social em grupos).
Localizar informações explícitas no texto (quem, o quê, quando/idade, por quanto tempo) e explicar com palavras próprias (oralmente e/ou por escrito).
Ampliar vocabulário histórico do capítulo (diarquia, nagogê, pólis, éforos, gerúsia, esparciatas, periecos, hilotas).
Para tanto, nos serviremos da seguinte estrutura de
aula:
Ativação de conhecimentos prévios com perguntas rápidas, individuais (respostas orais curtas): “O que é ‘governo’?”, “O que é ‘treinamento’?”, “O que significa ‘honra’?”.
Leitura ativa guiada em voz alta pelo professor,
com pausas programadas a cada parágrafo; após cada pausa, cada aluno faz
“pare-e-marque” no próprio papel: sublinhar 1 frase que responda “Quem?” e
circular 1 informação de número/tempo.
Parágrafo 1
Quem? (sublinhar uma frase com quem é/quem faz):
“Na cidade de Esparta, o governo era exercido por uma diarquia, ou seja, dois reis dividiam o poder.”
“Os espartanos eram conhecidos como guerreiros
hábeis e dedicados…”
“A participação no exército era entendida como uma
honra.”
Número/tempo (circular):
“dois reis”
Parágrafo 2
Quem? (sublinhar):
“Os meninos espartanos eram separados de suas
mães…”
“O nome desse rígido sistema de educação era
nagogê.”
“Se sobrevivessem…, esses guerreiros eram
liberados… e podiam concorrer a um cargo político na pólis.”
Número/tempo (circular):
“aos 7 anos”
“treze anos”
“até os 60 anos”
Parágrafo 3
Quem? (sublinhar):
“No entanto, só podiam participar do exército espartano os homens que eram considerados cidadãos…”
“a sociedade espartana dividia-se em três grupos:
esparciatas, periecos e hilotas.”
Número/tempo (circular):
“três grupos”
Parágrafo 3.1 (Esparciatas)
Quem? (sublinhar):
“Os esparciatas eram os únicos considerados cidadãos.”
“Eles auxiliavam os reis… por meio de cinco
representantes eleitos…: os éforos.”
“Nessas assembleias, os esparciatas também
escolhiam 28 membros para a Gerúsia…”
“Somente cidadãos com mais de 65 anos podiam fazer
parte da Gerúsia.”
“Eles assumiam o cargo de forma vitalícia.”
Número/tempo (circular):
“cinco representantes”
“28 membros”
“mais de 65 anos”
(se você aceitar como “tempo” de duração) “de forma
vitalícia”
Parágrafo 3.2 (Periecos)
Quem? (sublinhar):
“Os periecos trabalhavam como agricultores, comerciantes ou artesãos.”
“Eram homens livres sem direitos políticos…”
“…podiam ser convocados para as guerras.”
Número/tempo (circular):
Não há número/tempo explícito.
Parágrafo 3.3 (Hilotas)
Quem? (sublinhar):
“Os hilotas formavam a maioria da população espartana…”
“Eram escravizados, não tinham direitos políticos
nem podiam participar das guerras.”
“Eram obrigados a trabalhar…”
Número/tempo (circular):
Não há número/tempo explícito.
Parágrafo 4
Quem? (sublinhar):
“Os esparciatas controlavam o governo de Esparta…”
“…decidindo sobre a distribuição das terras…
visando ao benefício próprio.”
Número/tempo (circular):
Não há número/tempo explícito.
Parágrafo 5
Quem? (sublinhar):
“As mulheres eram subordinadas aos homens…”
“…aquelas que faziam parte da aristocracia podiam
assumir os bens e os negócios da família…”
“Elas também podiam frequentar os espaços públicos
sozinhas…”
“…eram incentivadas a fazer exercícios físicos…”
Número/tempo (circular):
Não há número/tempo explícito.
Produção individual curta: “Cartão de saída” (no
caderno ou folha):
Complete: “Em Esparta havia ______ reis (diarquia).”
Marque X: “A nagogê começava aos ( ) 7 ( ) 10 ( )
12 anos.”
Escreva 1 frase: “Os ______ eram cidadãos; os
______ eram livres sem direitos políticos; os ______ eram escravizados.”
MATERIAL:
Moderna Plus História, Volume Único, capítulo 3, página 72.
🔖ATIVIDADE AVALIATIVA🎒
Instrumento: cartão de saída + observação durante a leitura ativa (marcação correta e participação nas pausas).
Critérios: (1) localiza informações no texto; (2) usa vocabulário básico do capítulo; (3) explica uma ideia com coerência (oral ou escrita).
🔖ATIVIDADE AVALIATIVA FLEXIBILIZADA🎒
Mantém os mesmos objetivos, mas flexibiliza forma/tempo/apoio para permitir que o aluno mostre o que sabe (sem “diminuir” a aprendizagem esperada).
Ajustes práticos (escolha 2–4 conforme necessidade):
Tempo ampliado e leitura em partes: o aluno lê 1 parágrafo por vez e para para dizer o que entendeu antes de responder.
Prova/registro com menos itens e foco no essencial: 3 questões (diarquia; nagogê; três grupos sociais), com alternativas e banco de palavras (esparciatas/periecos/hilotas).
MATERIAL:
Esparta
1. Na cidade de Esparta, o governo era exercido por uma diarquia, ou seja, dois reis dividiam o poder. O direito de ocupar o trono era passado de pai para filho. Os espartanos eram conhecidos como guerreiros hábeis e dedicados, pois os meninos eram educados desde pequenos para isso. A cultura guerreira fazia parte das estruturas sociais de Esparta e a participação no exército era entendida como uma honra.
2. Os
meninos espartanos eram separados de suas mães aos 7 anos para iniciar o treinamento
militar básico, que durava treze anos. O nome desse rígido sistema de educação
era nagogê. O objetivo era formar guerreiros resistentes, destemidos e obedientes
à hierarquia militar. Se sobrevivessem até os 60 anos, esses guerreiros eram
liberados de suas obrigações militares e podiam concorrer a um cargo político na
pólis.
3. No entanto, só podiam participar do exército espartano os homens que eram considerados cidadãos, ou seja, aqueles que tinham direitos políticos. Com base em tais direitos, a sociedade espartana dividia-se em três grupos: esparciatas, periecos e hilotas.
3.1 Os esparciatas eram os únicos considerados cidadãos. Podiam ocupar cargos públicos, tomar decisões políticas e participar do exército. Eles auxiliavam os reis na administração e no cuidado com a cidade por meio de cinco representantes eleitos em assembleias: os éforos. Nessas assembleias, os esparciatas também escolhiam 28 membros para a Gerúsia, o conselho dos anciãos, que podia vetar temas nas assembleias e julgar os reis. Somente cidadãos com mais de 65 anos podiam fazer parte da Gerúsia. Eles assumiam o cargo de forma vitalícia.
3.2 Os periecos trabalhavam como agricultores, comerciantes ou artesãos. Eram homens livres sem direitos políticos, mas, caso necessário, podiam ser convocados para as guerras.
3.3 Os hilotas formavam a maioria da população espartana e ocupavam a posição social mais baixa. Eram escravizados, não tinham direitos políticos nem podiam participar das guerras. Além disso, eram obrigados a trabalhar nas terras públicas ou nas dos esparciatas.
4. Os esparciatas controlavam o governo de Esparta, decidindo sobre a distribuição das terras, das propriedades da cidade e dos escravizados, geralmente, visando ao benefício próprio. Assim, os poderes político e econômico eram praticamente inseparáveis.
5. As mulheres eram subordinadas aos homens, mas aquelas que faziam parte da aristocracia podiam assumir os bens e os negócios da família, pois, muitas vezes, os homens estavam ausentes, guerreando. Elas também podiam frequentar os espaços públicos sozinhas e eram incentivadas a fazer exercícios físicos, pois acreditava-se que mulheres sadias e atléticas geravam filhos igualmente saudáveis e atléticos.
Nossa aula foi:
1ºA,
1ºB,
1ºC,
EIXO TEMÁTICO
(EM13CHS103) Elaborar hipóteses, selecionar evidências e compor argumentos relativos a processos políticos, econômicos, sociais, ambientais, culturais e epistemológicos, com base na sistematização de dados e informações de diversas naturezas (expressões artísticas, textos filosóficos e sociológicos, documentos históricos e geográficos, gráficos, mapas, tabelas, tradições orais, entre outros).
(GO-EMCHS103A) Identificar o objeto e os objetivos das Ciências Humanas e Sociais Aplicadas elaborando hipóteses sobre os processos sociais, políticos, econômicos, espaciais, ambientais e culturais para distinguir suas aproximações e diferenças frente a outras ciências.
Compreender o conceito de História e historiografia, tempo histórico e suas periodizações, Patrimônio Histórico e Cultural.
Métodos nas Ciências Humanas e Sociais Aplicadas
Os objetivos da aula são:
Compreender que existem diferentes formas de organização social e política (ex.: Esparta tinha dois reis, educação militar e divisão social em grupos).
Localizar informações explícitas no texto (quem, o quê, quando/idade, por quanto tempo) e explicar com palavras próprias (oralmente e/ou por escrito).
Ampliar vocabulário histórico do capítulo (diarquia, nagogê, pólis, éforos, gerúsia, esparciatas, periecos, hilotas).
Ativação de conhecimentos prévios com perguntas rápidas, individuais (respostas orais curtas): “O que é ‘governo’?”, “O que é ‘treinamento’?”, “O que significa ‘honra’?”.
Parágrafo 1
Quem? (sublinhar uma frase com quem é/quem faz):
“Na cidade de Esparta, o governo era exercido por uma diarquia, ou seja, dois reis dividiam o poder.”
“dois reis”
Quem? (sublinhar):
“aos 7 anos”
Quem? (sublinhar):
“No entanto, só podiam participar do exército espartano os homens que eram considerados cidadãos…”
“três grupos”
Quem? (sublinhar):
“Os esparciatas eram os únicos considerados cidadãos.”
“cinco representantes”
Quem? (sublinhar):
“Os periecos trabalhavam como agricultores, comerciantes ou artesãos.”
Não há número/tempo explícito.
Quem? (sublinhar):
“Os hilotas formavam a maioria da população espartana…”
Não há número/tempo explícito.
Quem? (sublinhar):
“Os esparciatas controlavam o governo de Esparta…”
Não há número/tempo explícito.
Quem? (sublinhar):
“As mulheres eram subordinadas aos homens…”
Não há número/tempo explícito.
Complete: “Em Esparta havia ______ reis (diarquia).”
Moderna Plus História, Volume Único, capítulo 3, página 72.
Instrumento: cartão de saída + observação durante a leitura ativa (marcação correta e participação nas pausas).
Critérios: (1) localiza informações no texto; (2) usa vocabulário básico do capítulo; (3) explica uma ideia com coerência (oral ou escrita).
Mantém os mesmos objetivos, mas flexibiliza forma/tempo/apoio para permitir que o aluno mostre o que sabe (sem “diminuir” a aprendizagem esperada).
Ajustes práticos (escolha 2–4 conforme necessidade):
Tempo ampliado e leitura em partes: o aluno lê 1 parágrafo por vez e para para dizer o que entendeu antes de responder.
Prova/registro com menos itens e foco no essencial: 3 questões (diarquia; nagogê; três grupos sociais), com alternativas e banco de palavras (esparciatas/periecos/hilotas).
Esparta
1. Na cidade de Esparta, o governo era exercido por uma diarquia, ou seja, dois reis dividiam o poder. O direito de ocupar o trono era passado de pai para filho. Os espartanos eram conhecidos como guerreiros hábeis e dedicados, pois os meninos eram educados desde pequenos para isso. A cultura guerreira fazia parte das estruturas sociais de Esparta e a participação no exército era entendida como uma honra.
3. No entanto, só podiam participar do exército espartano os homens que eram considerados cidadãos, ou seja, aqueles que tinham direitos políticos. Com base em tais direitos, a sociedade espartana dividia-se em três grupos: esparciatas, periecos e hilotas.
3.1 Os esparciatas eram os únicos considerados cidadãos. Podiam ocupar cargos públicos, tomar decisões políticas e participar do exército. Eles auxiliavam os reis na administração e no cuidado com a cidade por meio de cinco representantes eleitos em assembleias: os éforos. Nessas assembleias, os esparciatas também escolhiam 28 membros para a Gerúsia, o conselho dos anciãos, que podia vetar temas nas assembleias e julgar os reis. Somente cidadãos com mais de 65 anos podiam fazer parte da Gerúsia. Eles assumiam o cargo de forma vitalícia.
3.2 Os periecos trabalhavam como agricultores, comerciantes ou artesãos. Eram homens livres sem direitos políticos, mas, caso necessário, podiam ser convocados para as guerras.
3.3 Os hilotas formavam a maioria da população espartana e ocupavam a posição social mais baixa. Eram escravizados, não tinham direitos políticos nem podiam participar das guerras. Além disso, eram obrigados a trabalhar nas terras públicas ou nas dos esparciatas.
4. Os esparciatas controlavam o governo de Esparta, decidindo sobre a distribuição das terras, das propriedades da cidade e dos escravizados, geralmente, visando ao benefício próprio. Assim, os poderes político e econômico eram praticamente inseparáveis.
5. As mulheres eram subordinadas aos homens, mas aquelas que faziam parte da aristocracia podiam assumir os bens e os negócios da família, pois, muitas vezes, os homens estavam ausentes, guerreando. Elas também podiam frequentar os espaços públicos sozinhas e eram incentivadas a fazer exercícios físicos, pois acreditava-se que mulheres sadias e atléticas geravam filhos igualmente saudáveis e atléticos.