TEMA: A Pré-História
brasileira
Nossa aula foi:
1ºA,quinta-feira,
5 de fevereiro de 2026 .
1ºB,quinta-feira,
5 de fevereiro de 2026 .
1ºC,quinta-feira,
5 de fevereiro de 2026 .EIXO TEMÁTICO
HABILIDADE NA BNCC
(EM13CHS101) Identificar, analisar e comparar diferentes fontes e narrativas expressas em diversas linguagens, com vistas à compreensão de ideias filosóficas e de processos e eventos históricos, geográficos, políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM DO DC-GOEM
(GO-EMCHS101B) Compreender diferentes fontes e narrativas históricas, presentes nos eventos econômicos e sociais nas mais diversas civilizações utilizando os conhecimentos cartográficos, localização e orientação geográfica para distinguir a dinâmica territorial, populacional e as relações socioeconômicas e ambientais que permitiram o desenvolvimento da humanidade.
Identificar como utilizar diferentes fontes históricas para compreender a pré-história e o surgimento da espécie humana.
CONTEÚDO
Origem da humanidade.
METODOLOGIA:
Os objetivos da aula são:
Compreender ideias centrais do texto (temporalidade, diversidade cultural indígena, vestígios arqueológicos, arte rupestre, geoglifos e impactos da colonização).
Identificar problemas filosóficos possíveis a partir do texto (conhecimento do passado, evidência/verdade, etnocentrismo, memória e identidade).
Argumentar oralmente e por escrito, usando informações do texto como evidências e distinguindo fato, hipótese e interpretação.
Para tanto, nos serviremos da seguinte estrutura de
aula:
Apresentar o tema e explicitar os objetivos da aula.
Organizar a turma em grupos e distribuir o texto para leitura.
Propor uma leitura ativa no modelo
“ler–marcar–perguntar” e orientar a sublinhar: (a) informações factuais; (b)
termos que indiquem incerteza (“indicam”, “mistérios”); (c) juízos de valor.
a) Informações factuais (o texto apresenta como dado/descrição)
O período tratado é anterior à chegada dos europeus ao continente americano.
As terras que hoje compõem o Brasil eram habitadas
por povos indígenas.
O texto afirma que os primeiros habitantes do
território brasileiro datam de aproximadamente 12 mil anos atrás.
O texto descreve grupos que percorriam terras em
busca de alimentos e abrigos.
O texto afirma que, com o tempo, esses povos
desenvolveram técnicas de agricultura e de domesticação de animais, originando
sociedades mais sedentárias.
O texto caracteriza a Pré-História brasileira como
marcada por diversidade de culturas indígenas, tradições, línguas e modos de
vida.
O texto cita exemplos regionais: na Amazônia,
tupinambás e tupiniquins; no interior, guaranis.
O texto descreve práticas de subsistência (caça,
pesca e agricultura) e habitações temporárias nas margens dos rios (no exemplo
amazônico).
O texto afirma que guaranis desenvolveram técnicas
de cultivo (milho, feijão e mandioca).
O texto afirma que existem inúmeras pinturas e
gravuras (arte rupestre) em abrigos rochosos pelo território nacional.
O texto afirma que há geoglifos no Acre, descritos
como gigantescos desenhos geométricos no solo da floresta amazônica.
O texto localiza a chegada dos colonizadores
europeus no século XVI e associa esse momento a um “novo capítulo” de interação
e mudanças culturais e sociais.
b) Termos que indicam incerteza (marcadores de
hipótese, lacuna, dúvida)
“remonta a milhares de anos” (indica generalidade temporal, sem precisão).
“aproximadamente 12 mil anos” (aproximação).
“vestígios … indicam” (inferência a partir de
evidências, não certeza direta).
“por exemplo” (exemplificação parcial, não
exaustiva).
“um dos maiores mistérios” (sinaliza questão em
aberto).
“a identidade de seus construtores permanecem
enigmas não resolvidos” (incerteza explícita).
“continua a ser explorada e revelada” (processo em
andamento, conhecimento não finalizado).
c) Juízos de valor (avaliações, adjetivos
valorativos, linguagem apreciativa)
“um capítulo fascinante” (avaliação positiva).
“culturas complexas e diversas” (valoração de
complexidade/diversidade).
“marcada por uma riqueza de culturas indígenas”
(valoração: “riqueza”).
“uma parte importante” (hierarquização de
relevância).
“impressionantes geoglifos” (avaliação positiva).
“um período intrigante” (avaliação).
“raízes mais profundas de nossa nação”
(valoração/ênfase identitária).
“nos lembra da riqueza e diversidade” (valoração).
“enriquecendo nossa compreensão” (valoração de
ganho intelectual).
Aplicar a metodologia “Jigsaw (quebra-cabeça)” e
atribuir a cada grupo um eixo do texto: 1) povoamento e modos de vida; 2)
diversidade cultural e adaptação regional; 3) arte rupestre; 4) geoglifos do
Acre e o problema do “mistério”; 5) chegada europeia e mudanças culturais.
Eixo 1) Povoamento e modos de vida (parágrafos 1–2)
Nossa aula foi:
1ºA,
1ºB,
1ºC,
(EM13CHS101) Identificar, analisar e comparar diferentes fontes e narrativas expressas em diversas linguagens, com vistas à compreensão de ideias filosóficas e de processos e eventos históricos, geográficos, políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais.
(GO-EMCHS101B) Compreender diferentes fontes e narrativas históricas, presentes nos eventos econômicos e sociais nas mais diversas civilizações utilizando os conhecimentos cartográficos, localização e orientação geográfica para distinguir a dinâmica territorial, populacional e as relações socioeconômicas e ambientais que permitiram o desenvolvimento da humanidade.
Identificar como utilizar diferentes fontes históricas para compreender a pré-história e o surgimento da espécie humana.
Origem da humanidade.
Os objetivos da aula são:
Compreender ideias centrais do texto (temporalidade, diversidade cultural indígena, vestígios arqueológicos, arte rupestre, geoglifos e impactos da colonização).
Identificar problemas filosóficos possíveis a partir do texto (conhecimento do passado, evidência/verdade, etnocentrismo, memória e identidade).
Argumentar oralmente e por escrito, usando informações do texto como evidências e distinguindo fato, hipótese e interpretação.
Apresentar o tema e explicitar os objetivos da aula.
Organizar a turma em grupos e distribuir o texto para leitura.
a) Informações factuais (o texto apresenta como dado/descrição)
O período tratado é anterior à chegada dos europeus ao continente americano.
“remonta a milhares de anos” (indica generalidade temporal, sem precisão).
“um capítulo fascinante” (avaliação positiva).
Eixo 1) Povoamento e modos de vida (parágrafos 1–2)
Pinturas rupestres na Serra da Capivara, no Piauí.
Hipótese mais aceita da colonização da América. Em marrom, o mapa atual; em ocre, a terra exposta na glaciação, e a área em branco é o gelo terrestre entre 36 e 16 mil anos AP.
Os megálitos do Parque Arqueológico do Solstício, em Calçoene, são atribuídos a antigos povos indígenas da região
Pinturas rupestres no Parque Nacional do Catimbau, em Pernambuco
Afirmar que a arte rupestre é parte importante da
Pré-História brasileira.
Informar a existência de inúmeras pinturas e
gravuras em abrigos rochosos em todo o território nacional.
Apontar que essas representações artísticas revelam
aspectos da vida cotidiana e crenças/“pensamento espiritual” relacionado à
fauna da época (conforme o texto).
Eixo 4) Geoglifos do Acre e o problema do
“mistério” (parágrafo 5)
Alguns especialistas, como Eduardo Goes Neves, argumentam que paisagens da Floresta Amazônica (acima) teriam sido moldadas pela ação dos povos pré-cabralinos. Na imagem, geoglifos em terras desmatadas na floresta amazônica do Acre
Reconstituição computadorizada de Luzia, o fóssil mais antigo das Américas. Encontrado pela arqueóloga francesa Annette Laming-Emperaire na década de 1970 no sítio arqueológico de Lapa Vermelha, no município de Lagoa Santa (Minas Gerais).
Apostila Goiás Tec, 1ª série, 1º bimestre, capítulo 3.
Instrumento: parágrafo argumentativo individual + participação no Jigsaw (processo).
Reduzir a carga de escrita e manter a exigência de compreensão: solicitar um texto menor (4–6 linhas) OU um formulário guiado com frases-início para completar (ex.: “O texto diz que…”, “Uma prova/vestígio citado é…”, “Uma pergunta que fiquei foi…”).
A Pré-História brasileira
1. A Pré-História brasileira é um capítulo fascinante da história da humanidade que remonta a milhares de anos antes da chegada dos europeus ao continente americano. Nesse período, as terras que hoje compõem o Brasil eram habitadas por povos indígenas que desenvolveram culturas complexas e diversas, adaptando-se às diferentes regiões geográficas do país.
2. Os vestígios destruídos indicam que os primeiros habitantes do território brasileiro datam de aproximadamente 12 mil anos atrás, quando grupos de moradores percorriam terras em busca de alimentos e abrigos. Com o tempo, esses povos começaram a desenvolver técnicas de agricultura e de animais domesticados, dando origem a sociedades mais sedentárias.
3. A Pré-História brasileira é marcada por uma riqueza de culturas indígenas, cada uma com suas próprias tradições, línguas e modos de vida. Na Região Amazônica, por exemplo, povos como os tupinambás e os tupiniquins vivem da caça, da pesca e da agricultura, construindo habitações temporárias nas margens dos rios. Já no interior do país, grupos como os guaranis desenvolveram técnicas avançadas de cultivo de milho, feijão e mandioca.
4. A arte rupestre também é uma parte importante da Pré-História brasileira, com inúmeras pinturas e História 165 gravuras encontradas em abrigos rochosos em todo o território nacional. Essas representações artísticas revelam aspectos da vida cotidiana, pensando espiritualmente na fauna da época.
5. Um dos maiores mistérios da Pré-História brasileira é a construção dos impressionantes geoglifos do Acre, que consiste em gigantescos desenhos geométricos no solo da floresta amazônica. As estruturas dessas estruturas e a identidade de seus construtores permanecem enigmas não resolvidos.
6. Com a chegada dos colonizadores europeus no século XVI, a Pré-História brasileira entrou em um novo capítulo, marcado pela interação entre os indígenas e os colonizadores, bem como pelas drásticas mudanças culturais e sociais. A Pré-História brasileira é um período intrigante de nossa história, que nos conecta com as raízes mais profundas de nossa nação e nos lembra da riqueza e diversidade das culturas indígenas que moldaram nosso país. É uma história que continua a ser explorada e revelada pela arqueologia e pela pesquisa acadêmica, enriquecendo nossa compreensão do passado e do presente do Brasil.


